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Holhos

Publicação: 22.07.2026 .::. Atualização: 11.08.2026 3 min. de leitura

Água do mar e piscina curta sem riscos!

Mulher vista de costas, entra no mar entre ondas azuis, em imagem que remete aos cuidados com os olhos no mar e piscina.

A época mais esperada do ano para quem gosta de calor, praia e piscina exige alguns cuidados. O período fica marcado pelos olhos vermelhos e irritados devido contato com a água do mar ou da piscina. Felizmente, temos algumas dicas que lhe ajudarão a evitar problemas.

  • Banho de mar e Piscinas

Após o banho de mar ou piscina o olho costuma ficar irritado. Para isso recomendamos que você peça para seu oftalmologista um colírio lubrificante para ser utilizado assim que você sair da água. Outra recomendação é não coçar os olhos, evitando, assim, o risco de lesões por agentes que estejam na superfície ocular.

  • Lentes de contato

Para usuários de lentes de contato, é recomendada a opção pelos modelos de descarte diário, com proteção UV, que oferecem menos riscos de contaminações.

Não abra os olhos dentro d’água

Abrir os olhos dentro da piscina acaba facilitando a irritação e o contágio de doenças infecciosas. Na água das piscinas é muito comum ter grandes quantidades de cloro, resíduos de terra, areia e urina que podem irritar os olhos, somado ao fato que vírus e bactérias são transmitidos facilmente através da água.

Apenas com óculos de natação está liberado ok?

Evite entrar na água quando estiver com irritação nos olhos

Um dos principais motivos para o contágio da conjuntivite na água é a utilização de alguém infectado. Porém, é o próprio doente que corre mais riscos, uma vez que o quadro pode apresentar piora dos sintomas e a doença progredir.

Sendo assim, o melhor é realizar o tratamento indicado pelo seu médico e somente voltar às atividades normais após estar curado.

  • Água limpa sempre à mão

Tenha uma garrafa com água doce por perto, principalmente na praia, para lavar os olhos depois do banho de mar. A água também serve para lavar os olhos em caso de contato com areia, que pode causar irritação e/ou alergia.

  • Evite contato direto dos olhos com a água do mar e da piscina

Tanto a água do mar quanto a da piscina podem estar contaminadas com bactérias causadoras de irritação e infecção ocular. Por isso, para garantir a alegria seu verão todo é importante tomar mais esses cuidados:

– Evite ficar com os olhos abertos debaixo d’água, seja no mar, seja na piscina;

– Se houver qualquer indicação de que a praia esteja imprópria para banho, não entre no mar;

– Se quiser abrir os olhos debaixo d’água, utilize óculos apropriados para a prática de esportes aquáticos;

– Espere no mínimo duas horas antes de entrar em uma piscina higienizada com cloro.

Caso sinta algum incomodo ou tenha uma emergência oftalmológica dirija-se para um de nossos hospitais.

Nos prontos-socorros das unidades H.Olhos ABC e H.Olhos Paulista são avaliadas e tratadas desde simples irritações oculares até acidentes graves, que necessitam de exames e até cirurgias de alta complexidade. Confira os horários das unidades:

Pronto- socorro H.Olhos Paulista – 24 horas

Pronto- socorro H.Olhos ABC – Segunda à sexta das 07:00 às 22:00.  Sábados, domingos e feriados das 07:00 às 19:00.

Fora destes horários, os atendimentos de urgência deverão se direcionar ao H.Olhos Paulista.

Publicado por Editorial

Conteúdos em foco

Close-up do olho claro de uma mulher branca maquiada, com uma escova próxima à sobrancelha, ilustrando cuidados com Maquiagem e lente de contato. No canto superior direito, aparece o logotipo "H.Olhos Hospital de Olhos".
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22.07.2026 .::. 4 min de leitura

Maquiagem e lente de contato: aprenda a conciliar o uso

A maquiagem é um poderoso recurso que muitas pessoas utilizam, porque, ao valorizar traços e disfarçar imperfeições, faz com que elas se sintam mais belas e melhorem sua autoestima. Mas quem usa lentes de contato deve abrir mão desse aliado da beleza para não prejudicar a visão? A especialista em Córnea e Lentes de Contato do H.Olhos – Hospital de Olhos, Dra. Helena Maria Costa Oliveira, CRM/SP-128180, garante que a dupla, maquiagem e lente de contato, pode se entender sim, mas desde que algumas regras sejam seguidas.

Dra. Helena ensina 11 cuidados fundamentais para você, que usa lentes de contato, poder usar e abusar da maquiagem.

1) Mãos sempre limpas

É preciso sempre lavar as mãos antes de manusear maquiagem e lente de contato.


2) Faça a higiene adequada do rosto antes de colocar as lentes e iniciar a maquiagem

Atenção para as pálpebras e os cílios, utilize produtos específicos, como sabonete facial ou shampoo neutro infantil, para remover a oleosidade excessiva da pele, secreções e outras impurezas. Contudo, não é necessário esfregar os olhos durante a higiene – ela deve ser feita suavemente para não irritar ou machucar a pele. Evite também demaquilantes oleosos que podem ficar depositados na borda da pálpebra, danificando as lentes.


3) Coloque e remova as lentes antes de iniciar e retirar a maquiagem

Para reduzir o risco de sujar as lentes e também evitar a presença de partículas de maquiagem na córnea, indicamos que as lentes sejam colocadas e retiradas antes de iniciar e remover a maquiagem, respectivamente, evitando situações que podem causar inflamação e visão borrada. No caso de ter dificuldade para enxergar de perto, a dica é usar espelhos que ampliam a imagem.


4) Priorize o uso de produtos sem perfume e hipoalergênicos

Esses produtos são desenvolvidos com compostos que oferecem o mínimo de risco de reações inflamatórias ou alérgicas, que podem ser potencializadas com o uso das lentes.


5) Use pó facial e sombra compactos

Apesar de as partículas soltas do pó facial e da sombra poderem se depositar entre o olho e a lente, causando irritação, esse formato é mais indicado que o de consistência líquida, oleosa ou cremosa que não oferece o risco das versões em pó, porém, é mais difícil a sua remoção caso entre em contato com as lentes.


6) Use delineadores tipo lápis

O delineador diminui o risco de o produto entrar em contato com as lentes. Caso use os de consistência líquida, dê preferência aos que são à base de água, porque são mais fáceis de remover.
Mas fique atento!
Eles não devem ser utilizados na linha interna das pálpebras que fica sob os cílios para reduzir a possibilidade de inflamações.


7) Use máscara para cílios resistente à água

E não à prova d’água, que são mais difíceis de serem removidas e, normalmente, necessitam de produtos oleosos para sua retirada. É importante lembrar que a máscara deve ser aplicada um pouco acima da base dos cílios para que não entre em contato com as lentes.


8) Lave os pincéis e escovinhas frequentemente

É importante manter a higiene desses acessórios, que devem ser trocados a cada 3 meses, para reduzir o risco de inflamações das pálpebras.


9) Não compartilhe a sua maquiagem

Nunca! Ela é de uso pessoal. O uso compartilhado de produtos e pincéis pode difundir infecções entre as pessoas.


10) O que fazer se a maquiagem entrar em contato com o olho ou a lente?

Retire a lente e faça a limpeza dela com a solução adequada, instile colírio lubrificante no olho e, terminado essas etapas, pode recomeçar a maquiagem.


11) Suspenda o uso da maquiagem e lente de contato ao menor sinal de alergia ou irritação.

Para olhos ou pálpebras vermelhas, inchados ou doloridos é contraindicado o uso de lentes de contato ou maquiagem. Procure o seu oftalmologista para esclarecer as dúvidas e indicar o melhor tratamento!

Bebê branco, vestido de vermelho, esfrega os olhos com as duas mãos, em imagem relacionada a doenças oculares em crianças. No canto inferior esquerdo, aparece o logotipo "H.Olhos".
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22.07.2026 .::. 3 min de leitura

Fique atento veja os perigos das doenças oculares em crianças

Estrabismo, ambliopia e erros refrativos, como  miopia e astigmatismo, são as doenças oculares mais comuns em crianças na fase escolar, além de alergias e conjuntivites sazonais. No entanto, podem ser corrigidas, e até revertidas, garantindo o desenvolvimento escolar, social e o bem-estar dos pequenos. Na maioria dos casos, é possível identificar algum problema, simplesmente, observando o comportamento deles.

O que dizem os especialistas sobre doenças oculares em crianças?

Segundo o Dr. Fabio Pimenta de Moraes, especialista em oftalmopediatria e estrabismo do H.Olhos – Hospital de Olhos, o desenvolvimento visual acontece com maior intensidade até os 5 anos, e se completa por volta dos 7, 8.

Por isso, é importante os pais ou responsáveis levarem as crianças periodicamente ao oftalmologista.

“Nesta fase, o alerta é para o estrabismo, que facilmente pode ser notado. O problema se caracteriza pelo desequilíbrio na função dos músculos oculares, e causa um desalinhamento dos eixos visuais”.

O tratamento inicial envolve determinar e corrigir o grau de refração, podendo incluir o uso de tampão, e deve acontecer logo que for diagnosticado.

Se não for tratado, o estrabismo afeta o desenvolvimento correto da visão, privando a criança da capacidade de visão binocular (3D), e gerando a ambliopia, conhecida popularmente como olho preguiçoso.

Entre os 8 e os 14 anos, a miopia, caracterizada pela dificuldade para enxergar objetos distantes, e o astigmatismo, para enxergar de perto e de longe, são as doenças oculares mais perigosas para as crianças.

O médico explica: “Diferentemente do estrabismo, os erros de refração não são tão evidentes. Contudo, se a criança se aproxima ou se afasta dos objetos, aperta os olhos para enxergar melhor, ou mesmo se desinteressa pelas atividades usuais, um especialista deve ser consultado”, destaca.

Baixo rendimento escolar, atraso no aprendizado, desatenção e dificuldades para se enturmar são outros comportamentos que sugerem problemas na visão. Por fim, ele completa “Crianças com dificuldades visuais podem estar nos extremos, desde timidez até hiperatividade”, alerta o Dr. Fábio Pimenta de Moraes.

Atenção à limpeza dos ambientes

No caso de alergias, os sintomas são mais claros.

Fique atento!

Os olhos ficam vermelhos, inchados, com secreção e coçam. Para livrar as crianças de doenças oculares, evite:

  • Excesso de tecidos que acumulem poeira, como cortinas, carpetes e bichos de pelúcia;
  • Forrar os travesseiros com capas impermeáveis;
  • Manter os ambientes fechados, ou seja, com pouca circulação de ar;
  • Animais domésticos dentro de casa, especialmente aqueles que soltam muitos pelos.

Qualquer que seja o caso, o oftalmologista deve ser procurado. “Não havendo nenhuma suspeita, recomenda-se uma consulta aos 6 meses e, depois, anualmente. O importante é saber que a prevenção e o tratamento precoce garantem o desenvolvimento visual mais adequado”, conclui o Dr. Fabio Pimenta de Moraes.

Ficou claro os perigos das doenças oculares para crianças? Então coloque em prática as dicas agora mesmo!

Perguntas frequentes sobre uso de lentes de contato no mar e na piscina

Este FAQ reúne perguntas frequentes relacionadas ao conteúdo acima, com orientações sobre cuidados com os olhos no mar e na piscina.

Por que os olhos podem ficar vermelhos após o mar ou a piscina?

A vermelhidão pode surgir quando a superfície ocular entra em contato com sal, areia, vento, protetor solar ou substâncias presentes na piscina. O cloro participa do tratamento da água, mas o desconforto também pode estar relacionado às cloraminas, formadas pela reação do produto com resíduos orgânicos. Esses fatores podem alterar temporariamente o filme lacrimal e causar ardência, sensação de secura ou lacrimejamento.

Se o incômodo for leve, afastar-se da água e evitar coçar os olhos costuma ajudar. Dor, secreção, sensibilidade à luz, visão embaçada ou vermelhidão persistente pedem avaliação oftalmológica.

Abrir os olhos debaixo d’água pode causar irritação?

Sim. Mesmo quando a água parece limpa, o contato direto pode desestabilizar a camada de lágrimas que protege a superfície ocular. No mar, sal, areia e partículas suspensas favorecem ardência e sensação de corpo estranho. Na piscina, produtos usados no tratamento, resíduos e microrganismos podem provocar desconforto ou aumentar o risco de problemas oculares em determinadas situações.

O mais prudente é manter os olhos fechados durante o mergulho ou usar óculos de natação bem ajustados. O acessório reduz o contato com a água, embora não elimine todos os riscos nem dispense a higiene após a atividade.

Os óculos de natação protegem totalmente os olhos?

Os óculos de natação criam uma barreira útil contra água, sal, cloro, partículas e parte dos microrganismos, mas não oferecem proteção absoluta. A eficiência depende do ajuste ao rosto, da conservação das lentes e da vedação. Um modelo muito apertado pode causar marcas e desconforto; se estiver folgado, permite a entrada de água durante o mergulho.

O acessório deve ser de uso individual, lavado conforme as orientações do fabricante e guardado seco, em local limpo. Mesmo com os óculos, a pessoa deve observar sintomas após nadar. Dor, secreção, fotofobia ou alteração visual não são reações esperadas e merecem avaliação médica.

O que fazer logo após sair do mar ou da piscina?

Após o banho, é indicado secar o rosto com uma toalha limpa, sem esfregar as pálpebras. Se houver sal, areia ou resíduos ao redor dos olhos, a região externa pode ser enxaguada com água limpa. Caso apareça irritação leve, o contato com a água deve ser interrompido e os olhos precisam permanecer livres de atrito, maquiagem e lentes de contato até que o desconforto desapareça.

Colírios não devem ser escolhidos por conta própria. Um lubrificante pode ser útil em alguns casos, mas a indicação depende da avaliação do oftalmologista. Se os sintomas persistirem ou piorarem, a conduta adequada é procurar atendimento.

Qual colírio pode ser usado depois de nadar?

Não existe um único colírio indicado para todas as pessoas após o contato com água do mar ou piscina. Lubrificantes oculares podem aliviar ressecamento e ardência leve em alguns casos, mas a escolha deve considerar a composição do produto, a frequência de uso, as condições da superfície ocular e o uso de lentes de contato. Por isso, convém seguir uma orientação oftalmológica individual.

Colírios com antibiótico, corticoide ou substâncias que reduzem a vermelhidão não devem ser usados por conta própria. Eles podem mascarar sinais, causar efeitos adversos ou não tratar a origem da queixa. Sintomas intensos ou persistentes exigem exame médico.

A conjuntivite pode ser transmitida na piscina?

Alguns tipos de conjuntivite são contagiosos, especialmente os causados por vírus ou bactérias. A transmissão ocorre com maior frequência pelo contato das mãos com secreções e pelo compartilhamento de toalhas, óculos ou objetos contaminados. Em piscinas com tratamento inadequado, a água também pode participar da exposição a determinados agentes; a cloração correta reduz o risco, mas não substitui os cuidados pessoais.

Quem apresenta olhos vermelhos com secreção deve evitar piscinas e procurar orientação médica. Não compartilhar itens de uso pessoal, higienizar as mãos e não tocar os olhos são atitudes que ajudam a proteger outras pessoas e a própria recuperação.

Como falar com o H.Olhos sobre uma consulta após desconforto na água?

Quando o desconforto não passa, piora ou vem acompanhado de dor, secreção, sensibilidade à luz ou mudança na visão, uma avaliação ajuda a identificar a causa e orientar a conduta adequada. A pessoa pode conhecer o H.Olhos e chamar o hospital pelo WhatsApp para solicitar informações sobre consultas e exames.

Em situações com dor intensa, perda súbita da visão, trauma ou contato com substância química, o atendimento não deve ser adiado. A equipe poderá informar o serviço disponível e a unidade adequada para cada necessidade.