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Publicação: 12.08.2026 .::. Atualização: 13.08.2026 6 min. de leitura

Consulta com o oftalmologista: por que esse cuidado não pode esperar? 

Da infância à terceira idade, o acompanhamento oftalmológico regular é o que permite identificar e tratar as condições ligadas à saúde ocular antes que afetem a sua qualidade de vida.

Paciente mulher durante exame de vista para verificação da estabilização do seu grau  em uma consulta com o oftalmologista

Você sabia que cerca de 80% de tudo o que aprendemos sobre o mundo chegam até nós pelos olhos? É justamente por isso que a consulta com o oftalmologista deve ser um hábito anual, e não uma decisão adiada para quando algo incomodar a sua visão. 

Nem toda alteração na visão significa que será passageira. Em alguns casos, a dificuldade pode estar relacionada a erros refrativos, como miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia, condições em que o olho não consegue focalizar a luz corretamente na retina. Em outros casos, porém, a dificuldade pode ser sinal de doenças oculares, como catarata, glaucoma ou alterações na retina. 

Sinais de que você precisa de uma consulta com o oftalmologista  

Alguns problemas de visão podem começar com sinais discretos, que costumam passar despercebidos no dia a dia. Reconhecê-los pode fazer a diferença. Fique atento a sintomas como: 

  • Ardência ou sensação de olho seco; 
  • Coceira nos olhos; 
  • Cansaço visual; 
  • Dor de cabeça frequente; 
  • Dificuldade para ler; 
  • Visão embaçada ou visão dupla; 
  • Lacrimejamento constante; 
  • Maior sensibilidade à luz; 
  • Secreção ocular; 
  • Olhos vermelhos; 
  • Dor nos olhos; 
  • Moscas volantes (pequenas manchas que parecem flutuar no campo de visão). 

O oftalmologista analisa a qualidade da visão, examina a estrutura dos olhos e investiga alterações que, se não tratadas a tempo, podem se tornar permanentes. 

Cada consulta com o oftalmologista é conduzida com atenção às queixas do paciente, ao histórico familiar e aos fatores de risco. Com base nessa análise, o profissional define se há necessidade de exames específicos, como a dilatação da pupila, que permite uma avaliação mais detalhada sobre o fundo do olho. 

Ao final, o médico indica a conduta mais adequada para cada caso, que pode incluir o acompanhamento regular da saúde ocular, tratamentos clínicos ou, quando houver indicação, procedimentos cirúrgicos. 

Prescrição de óculos ou lente de contato 

Quando o problema está relacionado a erros refrativos, como miopia, hipermetropia, astigmatismo ou presbiopia, os óculos e as lentes de contato costumam ser as opções recomendadas, assim como a cirurgia refrativa. 

Para definir a melhor alternativa, o médico avalia o grau, a curvatura da córnea, a produção de lágrimas e outros aspectos da saúde dos olhos. Além da preferência do paciente, também considera fatores como rotina, necessidades e conforto para orientar a escolha mais adequada. 

O grau pode mudar com o passar do tempo?  

A resposta é sim, em algumas situações. Isso acontece porque os olhos podem apresentar mudanças ao longo da vida. 

A miopia e o astigmatismo podem sofrer mudanças principalmente na infância e na adolescência, fases em que os olhos ainda estão em desenvolvimento. 

A hipermetropia é comum em crianças pequenas e pode diminuir conforme o crescimento dos olhos. Em alguns casos, pode voltar a aparecer na vida adulta. 

Já a presbiopia, conhecida como vista cansada, surge, em geral, a partir dos 40 anos. Ela acontece porque o cristalino, a lente natural dos olhos, perde parte da capacidade de ajustar o foco para enxergar de perto. 

Além disso, o grau pode apresentar variações relacionadas ao uso intenso de telas, a alterações hormonais ou a outras condições de saúde. 

Algumas doenças oculares são silenciosas no início 

Nem toda doença ocular provoca, no começo, incômodo ou apresenta sinais visíveis. Esse é um dos motivos pelos quais algumas condições podem evoluir sem serem percebidas no estágio inicial. Exames como a medição da pressão intraocular e a avaliação do fundo de olho ajudam o oftalmologista a identificar a alteração e acompanhar a sua evolução.  

O glaucoma é o exemplo mais conhecido. Ele é causado principalmente pelo aumento da pressão intraocular e evolui sem dor ou alterações visíveis, danificando o nervo óptico aos poucos, podendo levar à perda irreversível da visão quando descoberto tardiamente. 

A retinopatia diabética, causada pelos altos níveis de glicose no sangue, pode afetar os vasos da retina sem provocar sinais nas fases iniciais.  

Já a degeneração macular relacionada à idade (DMRI) compromete a região central da retina responsável pela visão de detalhes, e é mais frequente após os 50 anos. 

Outras condições, como a catarata e o ceratocone, também merecem atenção.  

A catarata provoca o embaçamento progressivo da visão devido à perda de transparência do cristalino, a lente natural do olho, e costuma estar relacionada ao envelhecimento.  

Já o ceratocone altera o formato da córnea, sendo mais comum em adolescentes e adultos jovens. A doença causa visão distorcida ou embaçada e aumento da sensibilidade à luz, muitas vezes acompanhado de coceira frequente nos olhos. 

Diagnóstico precoce: agir no momento certo para preservar a saúde dos olhos 

 Acompanhar a saúde ocular regularmente é uma forma de identificar mudanças na visão, prevenir complicações e buscar os cuidados mais adequados em cada fase da vida. 

Por meio do diálogo com o paciente, da análise dos sintomas e da avaliação individualizada, o oftalmologista pode reconhecer sinais discretos antes que eles evoluam. Esse cuidado é fundamental para a definição da conduta mais adequada em cada caso. 

Pacientes com histórico familiar de problemas oculares, diabetes, hipertensão ou outras condições de saúde precisam de avaliações mais frequentes, conforme orientação médica. 

Acompanhamento oftalmológico integrado 

No H.Olhos – Hospital de Olhos, os pacientes encontram atendimento oftalmológico completo, com exames que auxiliam no diagnóstico de doenças oculares, acompanhamento especializado e cuidado humanizado em todas as fases do tratamento, incluindo o período pré e pós-operatório. 

Com unidades em pontos estratégicos de São Paulo e da Grande São Paulo, o H.Olhos reúne profissionais qualificados e tecnologia avançada para oferecer uma experiência acolhedora em cada etapa da jornada do paciente. 

Saiba mais sobre exames oftalmológicos e encontre a unidade mais próxima para realizar a sua avaliação. 

Publicado por Marília Gabriela da Silva

Conteúdos em foco

Close-up do rosto de uma mulher branca com heterocromia, apresentando um olho castanho e outro verde, em imagem relacionada a doenças oftalmológicas.
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22.07.2026 .::. 4 min de leitura

Cinco doenças oftalmológicas raras

Existem inúmeras doenças estranhas que podem acometer o olho. Por isso, é sempre bom visitar periodicamente o oftalmologista e fazer todos os exames de rotina.

Sete em cada 74 mil bebês nascem com a Síndrome do olho de gato, uma doença hereditária extremamente rara na área da oftalmologia. Esta é apenas uma das inúmeras doenças incomuns que podem afetar o olho. A Dra. Tania Aleksandra Gomes da Silva, que integra o corpo clínico da CERPO, relaciona cinco doenças que a maioria das pessoas nunca ouviu falar.

OLHOS VERMELHOS NOS ALBINOS

O albinismo é uma doença genética, caracterizada pela produção insuficiente ou falta de melanina, o pigmento responsável pela cor da pele, cabelo e olhos. Como uma pessoa albina apresenta a falta desse pigmento na íris (a parte colorida do olho), os olhos podem ser azuis ou cinzas muito pálidos. A falta de melanina também pode fazer com que a íris fique transparente o suficiente para permitir que os vasos sanguíneos apareçam, dando a impressão de que os olhos são vermelhos ou rosas. Além de causar fotofobia (sensibilidade à luz), a ausência de melanina também provoca outras doenças oculares, tais como: deficiência visual (miopia e hipermetropia e baixa visão); astigmatismo; estrabismo e nistagmo – movimento rápido dos olhos. Não existe um tratamento definitivo para o albinismo.

HETEROCROMIA OCULAR

A heterocromia ocular é definida como uma anomalia genética na qual o indivíduo apresenta olhos de cores distintas, ou duas cores em um mesmo olho. Rara em humanos, essa condição afeta 11 em cada 1.000 pessoas na América. Há três tipos diferentes de heterocromia do olho: completa (cada olho de uma cor), setorial (duas cores diferentes na mesma íris, sendo uma predominante) e central (dois ou mais “círculos” de cores diferentes na mesma íris). Embora o elemento genético esteja relacionado a essa condição, na maioria dos casos, outros fatores podem levar à heterocromia, como a síndrome de Waardenburg, que gera surdez e incita essa alteração. Mais comumente, lesões ou derrames podem acarretar modificações na quantidade de melanina presente na retina, provocando a anomalia. Não existe tratamento específico, contudo, lentes de contato podem ser usadas para equiparar as cores.

SÍNDROME DO OLHO DE GATO

O termo “olho de gato” está relacionado à semelhança com o olho de um felino. Porém, nem todos os portadores da síndrome apresentam a má formação ocular. Também conhecida por Coloboma Ocular, é uma doença hereditária (o portador herda material genético de um dos pais) associada ao cromossomo 22. Extremamente rara, com estimativa de prevalência de 7/74.000 nascimentos, ela surge, geralmente, no período neonatal (após o nascimento) ou na infância. O diagnóstico é feito por meio de testes genéticos, podendo ser confirmado, inclusive, na fase pré-natal. Além dos olhos, essa síndrome também pode afetar a epiderme junto das orelhas, no ânus, no coração e nos rins, além de trazer déficits cognitivos. 

PARALISIAS OCULOMOTORAS

Quando a condução dos impulsos nervosos, que movimentam os músculos extraoculares, se encontra alterada, a contração muscular é prejudicada. Se a interrupção do fluxo nervoso é total, sem movimento no campo de ação do músculo afetado, estabelece a presença de uma paralisia. A origem pode ser congênita ou após traumatismos (cranianos ou orbitários), acidentes vasculares (hipertensão, diabetes), processos inflamatórios (celulite, meningite), ou compressivos (tumor, aneurisma). Além disso, podem ter origem em doenças do próprio músculo (miastenia). Dos tipos de paralisia ocular, a mais comum é a Paralisia de Bell, que consiste em uma anomalia do nervo facial, ocasionando uma abrupta debilidade ou paralisia dos músculos de um lado da face.

POLICORIA

Condição das mais raras, ocorre quando a pessoa apresenta várias pupilas na mesma íris de um dos olhos, sendo que cada uma delas é envolta por músculos esfincterianos independentes. A causa mais comum é de origem hereditária, presente na Síndrome de Axenfeld Rieger, geralmente, ou adquirida em casos de traumatismos oculares, com a formação de pseudopupilas. O tratamento pode ser feito por meio de um planejamento cirúrgico para a confluência das pupilas ou com o uso de lentes de contato de colorações específicas.

Mulher de meia-idade observa a câmera enquanto estica suavemente a pele ao redor de um dos olhos, destacando marcas de expressão.
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22.07.2026 .::. 2 min de leitura

Como corrigir marcas de expressão com a plástica ocular

Seja por causa das ações do tempo ou por querer prevenir que elas fiquem marcadas no rosto, existe uma maneira de corrigir marcas de expressão, melhorar a aparência dos olhos e levantar o olhar: com a plástica ocular!

Apesar de ser uma única maneira, existem diversos procedimentos que te ajudam a enxergar a sua beleza com os próprios olhos. Conheça os principais:

1. Blefaroplastia

Remove o excesso de gordura e pele das pálpebras, melhora a aparência da região do olhar e aumenta o seu campo de visão

2. FRAXX

Estimula a produção de colágeno na pele, melhora a firmeza da pele além de tratar rugas finas, manchas e cicatrizes

3. BOTOX

Suaviza as linhas de expressão, tem ação preventiva e evita que as rugas se formem e tem resultados super naturais

4. Bioestimuladores de colágeno

Proporciona uma pele mais uniforme, suaviza também as linhas de expressão e deixa a pele com o aspecto mais firme, reduzindo a flacidez

5. Laser CO2

Estimula a renovação da pele e contribui com maior brilho, maciez e sustentação. Também combate rugas, manchas e cicatrizes

6. Preenchedores faciais

Devolve a aparência saudável do rosto e preenche áreas com grande perda de volume de gordura.
Agora que você já conhece um pouco mais sobre os nossos procedimentos, que tal pensar no próximo passo?

Para descobrir qual a melhor opção pra você, agende sua avaliação com nossos especialistas! 

RT: Dr. Ivan Corso Teixeira – CRM/SP 135997 – RQE 43583

Bebê branco, vestido de vermelho, esfrega os olhos com as duas mãos, em imagem relacionada a doenças oculares em crianças. No canto inferior esquerdo, aparece o logotipo "H.Olhos".
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22.07.2026 .::. 3 min de leitura

Fique atento veja os perigos das doenças oculares em crianças

Estrabismo, ambliopia e erros refrativos, como  miopia e astigmatismo, são as doenças oculares mais comuns em crianças na fase escolar, além de alergias e conjuntivites sazonais. No entanto, podem ser corrigidas, e até revertidas, garantindo o desenvolvimento escolar, social e o bem-estar dos pequenos. Na maioria dos casos, é possível identificar algum problema, simplesmente, observando o comportamento deles.

O que dizem os especialistas sobre doenças oculares em crianças?

Segundo o Dr. Fabio Pimenta de Moraes, especialista em oftalmopediatria e estrabismo do H.Olhos – Hospital de Olhos, o desenvolvimento visual acontece com maior intensidade até os 5 anos, e se completa por volta dos 7, 8.

Por isso, é importante os pais ou responsáveis levarem as crianças periodicamente ao oftalmologista.

“Nesta fase, o alerta é para o estrabismo, que facilmente pode ser notado. O problema se caracteriza pelo desequilíbrio na função dos músculos oculares, e causa um desalinhamento dos eixos visuais”.

O tratamento inicial envolve determinar e corrigir o grau de refração, podendo incluir o uso de tampão, e deve acontecer logo que for diagnosticado.

Se não for tratado, o estrabismo afeta o desenvolvimento correto da visão, privando a criança da capacidade de visão binocular (3D), e gerando a ambliopia, conhecida popularmente como olho preguiçoso.

Entre os 8 e os 14 anos, a miopia, caracterizada pela dificuldade para enxergar objetos distantes, e o astigmatismo, para enxergar de perto e de longe, são as doenças oculares mais perigosas para as crianças.

O médico explica: “Diferentemente do estrabismo, os erros de refração não são tão evidentes. Contudo, se a criança se aproxima ou se afasta dos objetos, aperta os olhos para enxergar melhor, ou mesmo se desinteressa pelas atividades usuais, um especialista deve ser consultado”, destaca.

Baixo rendimento escolar, atraso no aprendizado, desatenção e dificuldades para se enturmar são outros comportamentos que sugerem problemas na visão. Por fim, ele completa “Crianças com dificuldades visuais podem estar nos extremos, desde timidez até hiperatividade”, alerta o Dr. Fábio Pimenta de Moraes.

Atenção à limpeza dos ambientes

No caso de alergias, os sintomas são mais claros.

Fique atento!

Os olhos ficam vermelhos, inchados, com secreção e coçam. Para livrar as crianças de doenças oculares, evite:

  • Excesso de tecidos que acumulem poeira, como cortinas, carpetes e bichos de pelúcia;
  • Forrar os travesseiros com capas impermeáveis;
  • Manter os ambientes fechados, ou seja, com pouca circulação de ar;
  • Animais domésticos dentro de casa, especialmente aqueles que soltam muitos pelos.

Qualquer que seja o caso, o oftalmologista deve ser procurado. “Não havendo nenhuma suspeita, recomenda-se uma consulta aos 6 meses e, depois, anualmente. O importante é saber que a prevenção e o tratamento precoce garantem o desenvolvimento visual mais adequado”, conclui o Dr. Fabio Pimenta de Moraes.

Ficou claro os perigos das doenças oculares para crianças? Então coloque em prática as dicas agora mesmo!

Dúvidas frequentes sobre a consulta com o oftalmologista 

Este FAQ reúne respostas baseadas no conteúdo acima, esclarecendo as principais dúvidas sobre a importância da consulta com o oftalmologista, do diagnóstico precoce e do acompanhamento regular para preservar a saúde dos olhos. 

Com que frequência devo consultar um oftalmologista? 

A frequência das consultas pode variar conforme a idade, o histórico de saúde, as condições dos olhos e a orientação do oftalmologista. Ainda assim, a consulta anual é uma recomendação importante para acompanhar a saúde ocular e identificar possíveis alterações nas fases iniciais. 

Por que fazer uma consulta anual com o oftalmologista, se não tenho nenhum problema de visão?

A ausência de sintomas nem sempre significa que a visão está normal. Algumas doenças oculares podem evoluir de forma silenciosa, sem causar dor ou sinais perceptíveis no início. Além disso, erros refrativos como miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia podem passar despercebidos, mas causar dificuldade para ler, enxergar de perto ou manter o foco.

Durante a consulta oftalmológica, o especialista avalia a saúde dos olhos, identifica possíveis alterações na visão e orienta os cuidados mais adequados para cada caso.

Quais doenças dos olhos podem surgir sem apresentar sintomas no começo? 

Condições como glaucoma, catarata, retinopatia diabética, ceratocone e degeneração macular relacionada à idade (DMRI) podem evoluir de forma gradual e silenciosa. 

Nesses casos, exames como a medição da pressão intraocular e a avaliação do fundo de olho ajudam no diagnóstico de alterações oculares e na escolha do tratamento.

Nunca precisei usar óculos. Isso significa que meus olhos estão saudáveis? 

Não necessariamente. Enxergar bem ou não sentir desconforto não significa que os olhos estejam livres de alterações. Algumas condições podem evoluir de forma lenta e só serão identificadas durante uma avaliação com o oftalmologista. Além disso, pequenas mudanças na visão, como dificuldade para ler, necessidade de afastar objetos para enxergar melhor, maior sensibilidade à luz ou cansaço visual frequente, podem ser sinais de que é hora de investigar a saúde ocular. 

Como saber se preciso usar óculos ou lentes de contato? 

A necessidade de usar óculos ou lentes de contato costuma ser identificada durante uma avaliação oftalmológica. Quando o paciente apresenta algum erro refrativo, como miopia, hipermetropia, astigmatismo ou presbiopia, cabe ao oftalmologista avaliar o grau e outras possíveis alterações. A partir disso, o médico pode indicar a opção de correção visual mais adequada para cada paciente. 

Onde procurar atendimento oftalmológico para cuidar da saúde dos olhos? 

Encontrar o local certo faz toda a diferença no cuidado com a visão. Para isso, é importante contar com uma instituição que ofereça avaliação completa, profissionais qualificados e estrutura adequada para cada necessidade. 

No H.Olhos, os pacientes encontram consultas, exames e tratamentos para diferentes condições oculares, com acompanhamento em todas as etapas do cuidado. 

Saiba mais sobre os serviços oferecidos e encontre a unidade mais próxima de você.