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Publicação: 22.07.2026 .::. Atualização: 23.07.2026 1 min. de leitura

Já ouviu falar em paralisia oculomotora

Mulher branca de cabelos castanhos curtos inclina o rosto e direciona os olhos para lados diferentes, em imagem relacionada à paralisia oculomotora, diante de fundo rosa.

Paralisia oculomotora: quando a condução dos impulsos nervosos, que movimentam os músculos extraoculares, se encontra alterada, a contração muscular é prejudicada. Se a interrupção do fluxo nervoso é total, sem movimento no campo de ação do músculo afetado, estabelece a presença de uma paralisia.

A origem da paralisia oculomotora pode ser congênita ou após traumatismos (cranianos ou orbitários), acidentes vasculares (hipertensão, diabetes), processos inflamatórios (celulite, meningite), ou compressivos (tumor, aneurisma).

Além disso, podem ter origem em doenças do próprio músculo (miastenia).  Dos tipos de paralisia ocular, a mais comum é a Paralisia de Bell, que consiste em uma anomalia do nervo facial, ocasionando uma abrupta debilidade ou paralisia dos músculos de um lado da face.

Publicado por Editorial

Conteúdos em foco

Mulher negra, de cabelo cacheado preso, aperta a região dos olhos com expressão de desconforto enquanto segura um par de óculos, em ambiente interno desfocado, representando sintomas de infecção da pálpebra.
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22.07.2026 .::. 3 min de leitura

Blefarite infecção da pálpebra

Muito mais frequente do que se pensa, a blefarite afeta cerca de 30% da população mundial. Coceira e lacrimejamento são alguns dos sintomas.

Processo inflamatório da margem palpebral, a blefarite provoca um quadro de vermelhidão e descamação das pálpebras, acompanhada ou não por sensação de areia e irritação nos olhos, principalmente pela manhã. De acordo com a especialista em plástica ocular do H.Olhos Paulista e membro da Sociedade Brasileira de Plástica Ocular, Dra. Célia Simões Cardoso de Oliveira Sathler, pessoas que apresentam dermatite seborreica, excesso de oleosidade na pele ou olho seco são mais suscetíveis a desenvolverem esse quadro inflamatório, especialmente em clima seco. Entenda a doença, os cuidados e o tratamento.

Tipos e causas

“Somente através de um exame detalhado, realizado com o auxílio de um aparelho microscópico, chamado lâmpada de fenda, é que se pode estabelecer qual é o tipo de blefarite e o tratamento mais adequado para cada caso”, destaca a Dra. Célia Sathler. Os tipos mais frequentes são:

1 – Bacteriana – provocada por uma infecção bacteriana local;
2 – Seborreica – quando há aumento da produção de gordura pelas glândulas palpebrais;
3 – Alérgica – desencadeada por poeira, ácaros e substâncias químicas, como o rímel etc.

Principais sintomas

– Vermelhidão e descamação da pele das pálpebras, como “caspas”;
– Coceira nas pálpebras;
– Sensação de areia nos olhos ou sensação de corpo estranho;
– Lacrimejamento;
– Sensibilidade à luz;
– Em casos graves, úlceras ou feridas perto da base dos cílios;
– Perda de cílios;
– Às vezes, conjuntivite.

Tratamento e cuidados

O tratamento vai levar em consideração a causa da blefarite. Dra. Célia Sathler explica que, para os casos mais intensos, é prescrito o uso de pomada local (nas pálpebras) a base de antibiótico e corticoide. Já nos casos de difícil controle, é introduzido o tratamento com antibiótico por via oral, durante alguns meses, para intensificar a melhora. “De forma geral, é importante consultar regularmente seu oftalmologista. Somente ele conseguirá diagnosticar a causa e o tratamento adequado”, orienta.

Independente do tipo de blefarite, Dra. Célia Sathler explica algumas medidas simples que devem ser adotadas por todos os pacientes:

– Lavar as pálpebras com água morna e sabão neutro infantil;
– Fazer compressas mornas de 5 a 15 minutos;
– Evitar o uso de cosméticos, principalmente nas pálpebras;
– Aplicar colírios lubrificantes.

Mulher branca, loira, com expressão de dor e um dos olhos fechados, leva a mão ao rosto como se estivesse sentindo irritação ocular, em imagem que representa infecções nos olhos. No canto inferior direito, aparece o logotipo "H.Olhos".
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22.07.2026 .::. 5 min de leitura

Alergias e infecções nos olhos: 8 dicas para evitar o problema

Especialista do H.Olhos – Hospital de Olhos orienta sobre cuidados básicos que fazem a diferença para manter a saúde dos olhos

Os olhos são responsáveis por traduzir para o cérebro cerca de 80% das informações que recebemos, transformando a luz emitida pelos objetos em uma imagem nítida na retina. Por isso é importante o acompanhamento oftalmológico para evitar alergias e infecções nos olhos.

A Dra. Luciana Olivalves, especialista em córnea e doenças oculares externas do H.Olhos – Hospital de Olhos, elenca oito dicas, que fazem a diferença no zelo com os olhos, evitando alergias e infecções. Confira!

1. Mantenha os cílios e pálpebras limpas

Poucas pessoas se atentam à higienização dos cílios e das pálpebras. É preciso limpá-los com soluções específicas ou com xampu neutro diluído em água morna.

Sem essa higienização, a oleosidade em excesso, produzida pelas glândulas da borda palpebral, acumulará gordura, levando à obstrução das glândulas (hordéolo/terçol), evaporação da lágrima (olho seco evaporativo) e aumento do número de bactérias.

2 Tome cuidado com maquiagem

A maquiagem é feita para embelezar, porém, sem removê-la com produtos adequados, pode obstruir as glândulas da margem palpebral.

Além disso, pode gerar inflamação local, irritação da conjuntiva e da córnea, ou seja, aumentando o risco de alergias e infecções nos olhos e nas áreas próximas.

3. Lave bem as mãos

As mãos são portas para bactérias, vírus e outras substâncias que podem causar irritaçōes, alergias e quadros infecciosos.

Lavar as mãos com frequência e evitar colocá-las nos olhos são medidas importantes para prevenir doenças.

4. Não utilize colírio sem indicação médica

A automedicação é um erro que em muitos casos pode levar a complicações severas. O uso indiscriminado de colírios provoca problemas, como:

  • conjuntivite química;
  • ceratite medicamentosa;
  • aumento da pressão intraocular;
  • catarata;
  • olho vermelho crônico por efeito rebote (causado por colírios contendo vasoconstritores).

Os lubrificantes oculares ou lágrimas artificiais podem ser usados no dia a dia, preferencialmente, os sem conservantes.

5. Não compartilhe objetos pessoais

Ao compartilhar objetos pessoais, doenças como conjuntivites virais e bacterianas podem ser transmitidas.

Não se deve usar objetos de outras pessoas, como toalha de rosto, maquiagem e até mesmo colírios, pois favorecem o contágio.

6. Evite água boricada e soro fisiológico

A água boricada não deve ser usada nos olhos, pois contém ácido bórico em sua composição, o que pode causar alergias e ser um agravante  da inflamação.

O soro fisiológico, apesar de se parecer mais com a lágrima, contém sal (sódio), podendo ser uma fator irritativo aos olhos já inflamados.

O ideal é usar água mineral ou filtrada, além dos colírios lubrificantes.

7. Atenção às lentes de contato

Usuários de lentes de contato devem redobrar o cuidado, pois, em caso de descuido,  podem ser infectados pelo protozoário Acanthamoeba, encontrado na água da torneira, no soro fisiológico e no estojo das lentes, quando não armazenadas  e cuidadas adequadamente.

Esse protozoário pode gerar ceratite, que, normalmente, demanda tratamento de no mínimo seis meses, além de reduzir significativamente a visão do paciente.

Além de lavar bem as mãos, higienizar e guardar corretamente as lentes em soluções adequadas, é preciso trocá-las no tempo correto. Por isso, siga sempre as orientações do seu oftalmologista e do fabricante. O uso prolongado e o costume de dormir com as lentes elevam os riscos de infecção e de intolerância em longo prazo.

Para diminuir os riscos, há produtos específicos para higiene das lentes, que eliminam bactérias, fungos e protozoários.

8. Óculos são de uso individual

Os óculos devem se encaixar anatomicamente ao rosto e aos olhos, funcionando como proteção a qualquer exposição.

Para quem gosta de nadar, por exemplo, os óculos devem ter uma vedação adequada, impedindo o contato dos olhos com a água, mas sem gerar pressão no globo ocular.

Os óculos escuros, por outro lado, são um aliado contra o sol. O acessório deve filtrar entre 99% e 100% de toda a radiação UV (abaixo dos 400 nm), filtrar a radiação azul (entre 400 e 500 nm) e cobrir a região ao redor dos olhos.

Além disso, os óculos escuros auxiliam no combate ao envelhecimento da pele das pálpebras. Entretanto, é importante ressaltar que produtos de procedência duvidosa, sem garantia e nota fiscal, não devem ser utilizados.

É fácil evitar alergias e infecções nos olhos?

A resposta é sim! Ao menos de acordo com a especialista da H.Olhos, Dra. Luciana Olivalves.

“Essas são dicas simples, mas eficientes para prevenir as alergias e infecções nos olhos. Contudo, uma visita anual ao oftalmologista é imprescindível, sejam crianças, adultos ou idosos.”, finaliza a profissional.

Mulher vista de costas, entra no mar entre ondas azuis, em imagem que remete aos cuidados com os olhos no mar e piscina.
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22.07.2026 .::. 3 min de leitura

Água do mar e piscina curta sem riscos!

A época mais esperada do ano para quem gosta de calor, praia e piscina exige alguns cuidados. O período fica marcado pelos olhos vermelhos e irritados devido contato com a água do mar ou da piscina. Felizmente, temos algumas dicas que lhe ajudarão a evitar problemas.

  • Banho de mar e Piscinas

Após o banho de mar ou piscina o olho costuma ficar irritado. Para isso recomendamos que você peça para seu oftalmologista um colírio lubrificante para ser utilizado assim que você sair da água. Outra recomendação é não coçar os olhos, evitando, assim, o risco de lesões por agentes que estejam na superfície ocular.

  • Lentes de contato

Para usuários de lentes de contato, é recomendada a opção pelos modelos de descarte diário, com proteção UV, que oferecem menos riscos de contaminações.

Não abra os olhos dentro d’água

Abrir os olhos dentro da piscina acaba facilitando a irritação e o contágio de doenças infecciosas. Na água das piscinas é muito comum ter grandes quantidades de cloro, resíduos de terra, areia e urina que podem irritar os olhos, somado ao fato que vírus e bactérias são transmitidos facilmente através da água.

Apenas com óculos de natação está liberado ok?

Evite entrar na água quando estiver com irritação nos olhos

Um dos principais motivos para o contágio da conjuntivite na água é a utilização de alguém infectado. Porém, é o próprio doente que corre mais riscos, uma vez que o quadro pode apresentar piora dos sintomas e a doença progredir.

Sendo assim, o melhor é realizar o tratamento indicado pelo seu médico e somente voltar às atividades normais após estar curado.

  • Água limpa sempre à mão

Tenha uma garrafa com água doce por perto, principalmente na praia, para lavar os olhos depois do banho de mar. A água também serve para lavar os olhos em caso de contato com areia, que pode causar irritação e/ou alergia.

  • Evite contato direto dos olhos com a água do mar e da piscina

Tanto a água do mar quanto a da piscina podem estar contaminadas com bactérias causadoras de irritação e infecção ocular. Por isso, para garantir a alegria seu verão todo é importante tomar mais esses cuidados:

– Evite ficar com os olhos abertos debaixo d’água, seja no mar, seja na piscina;

– Se houver qualquer indicação de que a praia esteja imprópria para banho, não entre no mar;

– Se quiser abrir os olhos debaixo d’água, utilize óculos apropriados para a prática de esportes aquáticos;

– Espere no mínimo duas horas antes de entrar em uma piscina higienizada com cloro.

Caso sinta algum incomodo ou tenha uma emergência oftalmológica dirija-se para um de nossos hospitais.

Nos prontos-socorros das unidades H.Olhos ABC e H.Olhos Paulista são avaliadas e tratadas desde simples irritações oculares até acidentes graves, que necessitam de exames e até cirurgias de alta complexidade. Confira os horários das unidades:

Pronto- socorro H.Olhos Paulista – 24 horas

Pronto- socorro H.Olhos ABC – Segunda à sexta das 07:00 às 22:00.  Sábados, domingos e feriados das 07:00 às 19:00.

Fora destes horários, os atendimentos de urgência deverão se direcionar ao H.Olhos Paulista.