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Holhos

Publicação: 22.07.2026 .::. Atualização: 23.07.2026 4 min. de leitura

Maquiagem e lente de contato: aprenda a conciliar o uso

Close-up do olho claro de uma mulher branca maquiada, com uma escova próxima à sobrancelha, ilustrando cuidados com Maquiagem e lente de contato. No canto superior direito, aparece o logotipo "H.Olhos Hospital de Olhos".

A maquiagem é um poderoso recurso que muitas pessoas utilizam, porque, ao valorizar traços e disfarçar imperfeições, faz com que elas se sintam mais belas e melhorem sua autoestima. Mas quem usa lentes de contato deve abrir mão desse aliado da beleza para não prejudicar a visão? A especialista em Córnea e Lentes de Contato do H.Olhos – Hospital de Olhos, Dra. Helena Maria Costa Oliveira, CRM/SP-128180, garante que a dupla, maquiagem e lente de contato, pode se entender sim, mas desde que algumas regras sejam seguidas.

Dra. Helena ensina 11 cuidados fundamentais para você, que usa lentes de contato, poder usar e abusar da maquiagem.

1) Mãos sempre limpas

É preciso sempre lavar as mãos antes de manusear maquiagem e lente de contato.


2) Faça a higiene adequada do rosto antes de colocar as lentes e iniciar a maquiagem

Atenção para as pálpebras e os cílios, utilize produtos específicos, como sabonete facial ou shampoo neutro infantil, para remover a oleosidade excessiva da pele, secreções e outras impurezas. Contudo, não é necessário esfregar os olhos durante a higiene – ela deve ser feita suavemente para não irritar ou machucar a pele. Evite também demaquilantes oleosos que podem ficar depositados na borda da pálpebra, danificando as lentes.


3) Coloque e remova as lentes antes de iniciar e retirar a maquiagem

Para reduzir o risco de sujar as lentes e também evitar a presença de partículas de maquiagem na córnea, indicamos que as lentes sejam colocadas e retiradas antes de iniciar e remover a maquiagem, respectivamente, evitando situações que podem causar inflamação e visão borrada. No caso de ter dificuldade para enxergar de perto, a dica é usar espelhos que ampliam a imagem.


4) Priorize o uso de produtos sem perfume e hipoalergênicos

Esses produtos são desenvolvidos com compostos que oferecem o mínimo de risco de reações inflamatórias ou alérgicas, que podem ser potencializadas com o uso das lentes.


5) Use pó facial e sombra compactos

Apesar de as partículas soltas do pó facial e da sombra poderem se depositar entre o olho e a lente, causando irritação, esse formato é mais indicado que o de consistência líquida, oleosa ou cremosa que não oferece o risco das versões em pó, porém, é mais difícil a sua remoção caso entre em contato com as lentes.


6) Use delineadores tipo lápis

O delineador diminui o risco de o produto entrar em contato com as lentes. Caso use os de consistência líquida, dê preferência aos que são à base de água, porque são mais fáceis de remover.
Mas fique atento!
Eles não devem ser utilizados na linha interna das pálpebras que fica sob os cílios para reduzir a possibilidade de inflamações.


7) Use máscara para cílios resistente à água

E não à prova d’água, que são mais difíceis de serem removidas e, normalmente, necessitam de produtos oleosos para sua retirada. É importante lembrar que a máscara deve ser aplicada um pouco acima da base dos cílios para que não entre em contato com as lentes.


8) Lave os pincéis e escovinhas frequentemente

É importante manter a higiene desses acessórios, que devem ser trocados a cada 3 meses, para reduzir o risco de inflamações das pálpebras.


9) Não compartilhe a sua maquiagem

Nunca! Ela é de uso pessoal. O uso compartilhado de produtos e pincéis pode difundir infecções entre as pessoas.


10) O que fazer se a maquiagem entrar em contato com o olho ou a lente?

Retire a lente e faça a limpeza dela com a solução adequada, instile colírio lubrificante no olho e, terminado essas etapas, pode recomeçar a maquiagem.


11) Suspenda o uso da maquiagem e lente de contato ao menor sinal de alergia ou irritação.

Para olhos ou pálpebras vermelhas, inchados ou doloridos é contraindicado o uso de lentes de contato ou maquiagem. Procure o seu oftalmologista para esclarecer as dúvidas e indicar o melhor tratamento!

Publicado por Editorial

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Veja como o daltonismo age no organismo e quais são os principais tipos e sintomas da condição.
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22.07.2026 .::. 2 min de leitura

Tipos de daltonismo: saiba como a doença age

O daltonismo dificulta o bom funcionamento de nossa vista e impede a distinção de algumas cores

Imagina entrar na loja para comprar uma roupa e não conseguir distinguir as cores? Imaginou? Pois saiba que esta é apenas uma das dificuldades diárias da pessoa com daltonismo.

A causa mais é por conta do distúrbio genético ligado ao cromossomo X. Entretanto, o daltonismo também pode ser provocado por danos físicos ou químicos e pela senilidade.

Costuma ser mais frequente na população masculina, e se caracteriza por anomalias nos cones, células especiais da retina, responsáveis por absorver as cores.

Quais são os tipos de daltonismo?

Há três tipos de daltonismo. O mais raro é o acromático, quando a pessoa enxerga apenas preto, branco e cinza.

No dicromático, entre as cores vermelho, verde e azul, identifica duas delas, em qualquer combinação.

O mais comum é o tricromático. A pessoa que sofre com esse tipo de daltonismo tem uma leve dificuldade para distinguir as cores. As mais afetadas são vermelho, verde e azul, e suas diferentes tonalidades.

Segundo o Dr. Danilo Andriatti Paulo, especialista em glaucoma e neuro-oftalmologia do H.Olhos – Hospital de Olhos Paulista, 99% dos daltônicos tricromáticos apresentam baixa percepção entre vermelho e verde, e os outros, entre azul e amarelo. “A ausência de percepção de todas as cores é rara, e também existe o daltonismo em um olho só”.

Diagnóstico do Daltonismo – Teste de Ishihara

Desenvolvido em 1917, o Teste de Ishihara é um dos mais utilizados para o diagnóstico da doença.

São apresentados ao paciente diversos cartões pontilhados com várias cores, de tonalidades diferentes, e um número no centro. “Se não reconhecer o número, feito com o contraste de vermelho e verde, por exemplo, ele é daltônico para estas cores”, explica o especialista.

Embora sem cura definitiva, o daltonismo pode ser tratado, e suas consequências, minimizadas.

“Existem óculos com filtros especiais que ajudam a destacar a cor que falta ao daltônico, ajudando-o a enxergar normalmente”, afirma o Dr. Andriatti Paulo.

É válido destacar que o diagnóstico deve ser feito por um profissional.

Mulher branca, de cabelos longos e escuros, mantém os olhos fechados enquanto toca suavemente o rosto, em imagem relacionada ao tratamento FRAXX.
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22.07.2026 .::. 2 min de leitura

Uma nova opção para tratar sua pele: conheça o FRAXX

Uma das soluções mais modernas que existe no mercado, o FRAXX possui diversos benefícios para a sua pele.

Diferente das outras tecnologias, o FRAXX age em pontos específicos da pele e não na superfície inteira, tornando a cicatrização mais rápida e o efeito mais potente.

O que é o FRAXX?

Também conhecido como radiofrequência fracionada, é um procedimento que age no rejuvenescimento da pele, estimulando a produção de colágeno.

Como funciona o FRAXX?

O FRAXX é realizado por um pequeno aparelho que emite ondas eletromagnéticas em diferentes potências, agindo em camadas mais profundas da pele.

O procedimento é realizado por pequenas perfurações fracionadas junto ao aquecimento causado pelas ondas.

Com exceção do microagulhamento do aparelho, não é necessário nenhum tipo de corte para o tratamento com FRAXX.

Pra que serve o FRAXX?

A radiofrequência fracionada é capaz de atuar de diversas formas, como:

  1. Melhora da firmeza da pele
    2. Tratamento da flacidez
    3. Melhora a aparência de rugas finas
    4. Melhora também cicatrizes e manchas

Existe alguma contraindicação?

Por ser realizado com ondas eletromagnéticas, existem contraindicações para o procedimento. Procure um oftalmologista para entender o seu caso.

O procedimento dói?

Não dói, mas é possível sentir um leve incômodo na região causado pelo microagulhamento.

Apesar de ser uma tecnologia recente, o FRAXX já é uma das principais procuras para tratamento de pele. A boa notícia é que você pode realizar a radiofrequência fracionada aqui no H.Olhos, com profissionais especializados e um espaço dedicado à sua autoestima.

Quer saber mais informações? Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais!

RT: Dr. Ivan Corso Teixeira – CRM/SP 135997 – RQE 43583

Menina negra dorme abraçada a um bicho de pelúcia na cama, em imagem relacionada ao que acontece enquanto dormimos.
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22.07.2026 .::. 4 min de leitura

Sono: o que acontece enquanto dormimos?

O sono não é um período de plena tranquilidade para os olhos. Quando sonhamos, por exemplo, eles se movem rapidamente. O que mais acontece enquanto dormimos? 

O sono é uma das áreas mais jovens da ciência. Até a metade do século 20, os cientistas acreditavam que o cérebro se desligava totalmente, durante a noite, com o único objetivo de descansar. Hoje, sabemos que não é bem isso. Dormimos por três motivos: para economizar energia, para fazer a manutenção do corpo e para consolidar a memória. Como um elemento constituinte do corpo, os olhos também necessitam do sono e se beneficiam dele pelos mesmos motivos.

O sono é constituído de cinco estágios: 1, 2, 3, 4 e REM (sigla para Rapid Eye Movement ou Movimento Rápido dos Olhos). “Normalmente, o sono começa no estágio 1 e passa pelos outros até atingir o sono REM, sendo que esse ciclo recomeça a cada 90-110 minutos. Em alguns estágios nosso corpo se movimenta, enquanto que em outros permanece completamente imóvel”, afirma o especialista do H.Olhos Paulista Dr. Pedro Antônio Nogueira Filho. E acrescenta: “Nosso cérebro age de forma diferente em cada um dos estágios e alguns deles estão diretamente ligados à saúde da memória, concentração e até a problemas com estresse”.

Para entender melhor, Dr. Pedro esclarece o que acontece em cada estágio do sono:

Estágio 1: o sono é leve, a pessoa entra e sai do sono, podendo ser facilmente acordada. O movimento dos olhos e do corpo desacelera. Também pode-se experimentar o movimento espasmódico (contrações musculares repetidas) das pernas e de outros músculos. Este sono inicial, e os tais espasmos, podem causar as repentinas sensações de queda, que acordam a pessoa no susto.

Estágio 2: este estágio consome cerca de 50% do tempo de sono. O movimento dos olhos para, as ondas cerebrais (uma medida do nível de atividade do cérebro) se tornam mais lentas, o corpo esfria e os músculos começam a relaxar. Também há breves explosões de atividade cerebral associadas normalmente a espasmos musculares, chamadas de Fusos do Sono.

Estágio 3: primeira fase do sono profundo, quando há uma combinação de ondas cerebrais lentas, conhecidas como Delta, com ondas mais rápidas. Neste estágio pode ser muito difícil acordar uma pessoa e, se acordada, ela pode se sentir fraca e desorientada por vários minutos antes de recobrar plena consciência de seus arredores e ações.

Estágio4: é a segunda fase do sono profundo. O cérebro trabalha quase que exclusivamente com as ondas Deltas lentas — medições da atividade do cérebro normalmente associadas com o começo dos sonhos, ou seja, o descanso do cérebro das atividades do dia a dia. É muito difícil acordar alguém. Os dois estágios de sono profundo são importantes para a pessoa se sentir revigorada pela manhã. Portanto, se forem muito curtos, o sono não será satisfatório.

Sono REM: muito próximo da vigília, é quando acontecem os sonhos mais vívidos. Os olhos se movem rapidamente (Rapid Eye Movement), a atividade cerebral é semelhante a de quando se está acordado e o tônus muscular diminui consideravelmente. Neste estágio, o cérebro bloqueia os neurônios motores, conhecido como Paralisia do Sono, para que o corpo não obedeça as ordens sonhadas ou as encene. São cerca de 4 ou 5 períodos de REM, bem curtos no começo da noite e mais longos no final. É comum acordar por um curto período de tempo no fim de um acesso de REM. O tempo total de sono em REM dura de 90 a 110 minutos, por noite, para adultos. Quando acordadas, as pessoas se sentem, em geral, alertas, com maior índice de atenção ou mais dispostas e prontas para a atividade normal.

SAIBA MAIS:

Os estágios 1, 2, 3 e 4 são necessários principalmente para o descanso e relaxamento; também é quando ocorre a secreção do hormônio do crescimento, especialmente em crianças e adolescentes. Em geral, pessoas com problemas de insônia não conseguem passar do estágio 1 e aquelas com má qualidade de sono raramente completam o ciclo com o sono REM.

A quantidade relativa de sono REM diminui acentuadamente com a idade. Enquanto um bebê recém-nascido dorme mais de 80% do tempo em sono REM, um adulto jovem dorme 20% e uma pessoa de 70 anos dorme menos de 10%.