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Holhos

Publicação: 22.07.2026 .::. Atualização: 23.07.2026 2 min. de leitura

O que devo fazer se meu filho machucar o olho brincando?

Menino asiático de camiseta azul leva as mãos aos olhos enquanto brinca ao ar livre, ilustrando a dúvida: O que devo fazer se meu filho machucar o olho?

Todo mundo sabe que criança é ligada nos 220 v. Não dá para descuidar por um instante. Dependendo da idade, os pais precisam ficar atentos a cada passo. São as quinas dos móveis, tapetes, buracos no asfalto que fazem a criança tropeçar, qualquer coisa pode se tornar perigosa e a fazer machucar o olho.

Até mesmo as mais velhas correm o risco de se machucar jogando bola, correndo, usando o lápis de cor, brincando com algum amiguinho ou animal que possa arranhar seus olhos. De qualquer forma, sempre há algum risco de a criança machucar o olho. Aí que entra a dúvida de muitos pais:

O que devo fazer se meu filho machucar o olho brincando?

Como os olhos são órgãos sensíveis, qualquer trauma deve ser tratado com muita atenção, principalmente porque até os sete anos eles ainda estão em fase formação.

Pancada 

_ Ah, mas meu filho só levou uma bolada no olho. Não é nada demais.

Será que não é mesmo? Pancadas nos olhos podem descolar a retina! O importante é ficar atento aos sintomas, pois muitas vezes eles não são imediatos. Se ocorrer diminuição da visão ou se a criança perder a visão periférica é importante que ela seja levada ao oftalmologista imediatamente.

Em caso de dor no momento da pancada, compressas com gelo podem ajudar a amenizar.

Perfuração

_ E em casos de perfuração?

O instinto é querer retirar imediatamente o que entrou nos olhos, mas isso não é correto. Apenas o oftalmologista saberá a forma correta de remover o corpo estranho dos olhos. Se for removido de forma incorreta, poderá prejudicar outras partes dos olhos que não foram afetadas.

Nestes casos também não é indicado pingar colírio, água ou passar pomadas sem orientação médica. Até chegar ao oftalmologista, o indicado é proteger os olhos com um copo plástico.

A unha de gatos e cachorros também podem perfurar os olhos. É preciso ficar atento!

Publicado por Editorial

Conteúdos em foco

Equipamento oftalmológico branco em consultório, com as inscrições "Alcon" e "Valeda PBM", utilizado em tratamento para DMRI.
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22.07.2026 .::. 3 min de leitura

Conheça o Valeda: uma nova possibilidade de tratamento para DMRI

Esse é o nome do aparelho responsável por essa novidade. Apesar do nome complicado, você pode chamar só de Valeda.

Usando técnicas de fotobiomodulação (FBM), o aparelho aplica ondas de luz em locais afetados pelas células doentes.

Como o aparelho funciona?

O processo de envelhecimento das células oculares tem um papel fundamental na progressão da Degeneração Macular Relacionada à Idade.

Essa tecnologia de fotobiomodulação (FBM) recupera as células mortas por meio de estímulos de produção de energia, fazendo com que assim, elas possam voltar a funcionar e desempenhar sua função para uma boa saúde ocular.

Como o tratamento é feito?

O Valeda é um tratamento realizado no próprio consultório, que pode ser realizado em um ou em ambos os olhos, conforme for necessário.

São realizadas, geralmente, 9 aplicações totais por olho com intervalos de 2 dias.

Porém, é essencial ressaltar que a quantidade de aplicações será indicada pelo oftalmologista, depois de analisar os resultados dos exames necessários.

Um procedimento rápido que dura, em média, 5 minutos por aplicação e o paciente pode ser liberado para suas atividades normais logo após a consulta.

Quem pode optar pelo Valeda?

A indicação de uso deve ser confirmada depois da realização dos exames necessários e a avaliação do especialista, mas a boa notícia é que todo paciente diagnosticado com degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é um candidato ao tratamento.

É possível realizar o tratamento no CEOSP, uma unidade H.Olhos que está localizada na Zona Sul de São Paulo.

Você enxerga pontinhos pretos flutuando? Entenda o que é!

Não é novidade que nossos olhos possuem uma estrutura interna complexa, mas uma parte dela que você talvez não conheça é o vítreo.

Vítreo é um fluido que fica em contato direto com a retina fornecendo sustentação, e ajuda a manter o formato dos olhos.

Esse fluido também é uma das principais causas das moscas volantes, esses famosos pontinhos pretos flutuantes.

Qual a relação entre eles?

Quando o vítreo se separa da retina, esse líquido gelatinoso é liberado com pequenas partículas, que são as moscas volantes.

Essa separação pode ter diversas causas, como: traumas oculares, complicações pós-cirúrgicas e até mesmo a idade avançada.

É perigoso? Devo me preocupar?

As moscas volantes podem sinalizar problemas mais graves como descolamento de retina, ou até mesmo por situações do dia a dia como uma sujeirinha que entrou nos olhos.

O indicado é prestar atenção na quantidade e se persistem por tempo prolongado.

Existe tratamento?

Sim! Mas claro, o tratamento ideal dependerá da causa principal.

Se as mosquinhas começaram a aparecer e não foram embora, procure um oftalmologista imediatamente.

RT: Dr. Ivan Corso Teixeira – CRM/SP 135997 – RQE 43583

Mulher sorrindo deitada na cama e levantando a máscara de dormir, em conteúdo sobre dormir de olhos abertos.
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22.07.2026 .::. 3 min de leitura

É possível dormir de olhos abertos

Muitas pessoas podem considerar improvável a ideia de dormir de olhos abertos até se deparar com uma situação do tipo. Nestes casos, as pálpebras não ficam completamente cerradas, mas, parcialmente, devido ao seu mau funcionamento. Entre as condições que levam a este quadro estão a exoftalmia, caracterizada por um ou por ambos dos olhos saltados, e também cirurgias plásticas mal executadas.

Com probabilidade de acometer homens e mulheres de todas as idades, a exoftalmia está, na maioria dos casos, relacionada ao hipertireoidismo. Contudo, também pode ser resultado de tumores, infecções ou desordens vasculares no globo ocular. “Outros fatores que podemos citar para o problema são dilatação de músculos, gordura e tecido na parte de trás do olho, fazendo com que sejam projetados para frente”, comenta o Dr. Eduardo Parente Barbosa, oftalmologista do H.Olhos – Hospital de Olhos Paulista.

Cirurgias plásticas oculares mal executadas também podem contribuir para que os olhos mantenham-se parcialmente cerrados durante o sono. Além dos procedimentos realizados por necessidade médica, existem situações em que as pessoas, por motivos estéticos, retiram o excesso de pálpebra. Caso a cirurgia não seja realizada adequadamente, os olhos acabam não fechando completamente ao dormir.

Consequências

Em ambos os casos, apesar de parecer inofensivo, o mau funcionamento das pálpebras durante o repouso requer atenção, pois gera o ressecamento dos olhos. “A córnea é carente de vasos sanguíneos, e sendo um tecido vivo, necessita de oxigênio e nutrientes que são levados pelas lágrimas. A falta de lubrificação não permite que eles cheguem, podendo levar à ceratite de exposição – inflamação da córnea que ocorre em situações nas quais o órgão perde sua cobertura e umidade, e pode ser provocada por bactérias, fungos ou vírus”, explica o Dr. Eduardo.

Tratamento

Normalmente, as pessoas não fazem a conexão entre o incômodo dos olhos ressecados e o mau funcionamento das pálpebras. Portanto, é importante consultar-se periodicamente com um oftalmologista, que indicará se o problema pode ser solucionado com colírios lubrificantes específicos, visando evitar infecções como a ceratite, por exemplo. “Caso a situação seja mais grave, com a possibilidade de comprometer a visão do paciente, em casos extremos, realiza-se uma tarsorrafia – sutura reparadora para correção da abertura das pálpebras”,  finaliza o especialista.

Bebê branco, vestido de vermelho, esfrega os olhos com as duas mãos, em imagem relacionada a doenças oculares em crianças. No canto inferior esquerdo, aparece o logotipo "H.Olhos".
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22.07.2026 .::. 3 min de leitura

Fique atento veja os perigos das doenças oculares em crianças

Estrabismo, ambliopia e erros refrativos, como  miopia e astigmatismo, são as doenças oculares mais comuns em crianças na fase escolar, além de alergias e conjuntivites sazonais. No entanto, podem ser corrigidas, e até revertidas, garantindo o desenvolvimento escolar, social e o bem-estar dos pequenos. Na maioria dos casos, é possível identificar algum problema, simplesmente, observando o comportamento deles.

O que dizem os especialistas sobre doenças oculares em crianças?

Segundo o Dr. Fabio Pimenta de Moraes, especialista em oftalmopediatria e estrabismo do H.Olhos – Hospital de Olhos, o desenvolvimento visual acontece com maior intensidade até os 5 anos, e se completa por volta dos 7, 8.

Por isso, é importante os pais ou responsáveis levarem as crianças periodicamente ao oftalmologista.

“Nesta fase, o alerta é para o estrabismo, que facilmente pode ser notado. O problema se caracteriza pelo desequilíbrio na função dos músculos oculares, e causa um desalinhamento dos eixos visuais”.

O tratamento inicial envolve determinar e corrigir o grau de refração, podendo incluir o uso de tampão, e deve acontecer logo que for diagnosticado.

Se não for tratado, o estrabismo afeta o desenvolvimento correto da visão, privando a criança da capacidade de visão binocular (3D), e gerando a ambliopia, conhecida popularmente como olho preguiçoso.

Entre os 8 e os 14 anos, a miopia, caracterizada pela dificuldade para enxergar objetos distantes, e o astigmatismo, para enxergar de perto e de longe, são as doenças oculares mais perigosas para as crianças.

O médico explica: “Diferentemente do estrabismo, os erros de refração não são tão evidentes. Contudo, se a criança se aproxima ou se afasta dos objetos, aperta os olhos para enxergar melhor, ou mesmo se desinteressa pelas atividades usuais, um especialista deve ser consultado”, destaca.

Baixo rendimento escolar, atraso no aprendizado, desatenção e dificuldades para se enturmar são outros comportamentos que sugerem problemas na visão. Por fim, ele completa “Crianças com dificuldades visuais podem estar nos extremos, desde timidez até hiperatividade”, alerta o Dr. Fábio Pimenta de Moraes.

Atenção à limpeza dos ambientes

No caso de alergias, os sintomas são mais claros.

Fique atento!

Os olhos ficam vermelhos, inchados, com secreção e coçam. Para livrar as crianças de doenças oculares, evite:

  • Excesso de tecidos que acumulem poeira, como cortinas, carpetes e bichos de pelúcia;
  • Forrar os travesseiros com capas impermeáveis;
  • Manter os ambientes fechados, ou seja, com pouca circulação de ar;
  • Animais domésticos dentro de casa, especialmente aqueles que soltam muitos pelos.

Qualquer que seja o caso, o oftalmologista deve ser procurado. “Não havendo nenhuma suspeita, recomenda-se uma consulta aos 6 meses e, depois, anualmente. O importante é saber que a prevenção e o tratamento precoce garantem o desenvolvimento visual mais adequado”, conclui o Dr. Fabio Pimenta de Moraes.

Ficou claro os perigos das doenças oculares para crianças? Então coloque em prática as dicas agora mesmo!