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Publicação: 22.07.2026 .::. Atualização: 23.07.2026 2 min. de leitura

O que é a melanocitose oculodermal?

Close-up em preto e branco de uma íris com áreas escuras de pigmentação ao redor da pupila, ilustrando a melanocitose oculodermal.

Também conhecida como Nevus de Ota, a Melanocitose Oculodermal é a hiperpigmentação da pele facial, da conjuntiva (membrana que reveste o olho) e da esclera (parte branca dos olhos).

De coloração azulada ou acinzentada, a doença pode ser congênita, ou seja, a pessoa já nasce com a predisposição de desenvolvê-la, ou surgir durante a adolescência ou gravidez, o que sugere que seu aparecimento esteja relacionado à variação hormonal.

Atualmente, existem lasers dermatológicos que removem a mancha da pele. Já em relação aos olhos, o excesso do pigmento é capaz de causar glaucoma, que acomete 10% dos pacientes, e melanoma de coroide, que ocorre em 1 a cada 400 pessoas.

Por esse risco, o acompanhamento com o oftalmologista e os exames que medem a pressão intraocular e o de fundo de olho são imprescindíveis. Caso a pressão esteja alterada, é necessário o uso de colírios ou a realização de uma cirurgia, e em situações de melanoma, o tratamento mais indicado é a braquiterapia ou a enucleação.

RT – Dr. Eduardo Parente Barbosa CRM 44.773

Não esqueça de sempre cuidar da saúde dos seus olhos! Entre em contato com a nossa Central de Relacionamento nos telefones: (11) 4126-6666 ou (11) 3050-3333 e agende uma avaliação com os nossos especialistas!

Publicado por Editorial

Conteúdos em foco

Close-up lateral de um olho com íris azul-clara e cílios em destaque, ilustrando coisas que você precisa saber sobre o ceratocone.
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22.07.2026 .::. 2 min de leitura

5 coisas que você precisa saber sobre o ceratocone

Se a sua visão está embaçada mesmo com os óculos que você fez há pouco tempo, não adianta coçar os olhos pra tentar enxergar melhor… até porque, pode ser ceratocone.

O ceratocone é uma doença que atinge a córnea e tem efeito progressivo.

A doença age remodelando e afinando a córnea, tirando seu formato arredondado e formando uma curvatura parecida com a de um cone.

Conhecer mais sobre o ceratocone é fundamental para identificar os possíveis sinais e, também, combater a doença com informação e prevenção.

Dá uma olhadinha nessas 5 informações que separamos pra você:

1. Ceratocone acontece na pré-adolescência

O ceratocone em casos muito raros acontece depois da adolescência. Ainda assim, é essencial o acompanhamento médico.

2. Coçar os olhos pode ajudar na progressão da doença

Se seus olhos estiverem coçando, evite a tentação. A coceira pode forçar a córnea, fazendo com que o ceratocone alcance estágios mais avançados, mais rápido.

3. Ceratocone tem tratamento

Existem diversas opções de tratamento, porém, sempre deverá ser analisado individualmente. Podem ser óculos, lentes de contato específicas para ceratocone, implante de anéis intracorneanos ou até mesmo a cirurgia crosslinking.

Converse com seu oftalmologista sobre a melhor opção para o seu caso!

4. Ceratocone não causa cegueira total

A progressão do ceratocone faz com que os níveis de miopia e astigmatismo sejam elevados mais rapidamente, ou seja, tem grande impacto na qualidade da sua visão. Porém, a doença não é capaz de deixar o paciente com cegueira total

Considere: cegueira total é definida pela perda completa da visão, sem percepção visual de forma e de luz.

5. A doença pode ser hereditária

Não se engane, qualquer pessoa pode ter ceratocone. Porém, fatores genéticos podem ser um ponto de atenção, visto que pacientes com histórico familiar da doença têm maior propensão a doença.

Agora que você conhece mais sobre o ceratocone, que tal espalhar essa informação?

Quanto mais pessoas souberem sobre a doença, maiores as chances de conseguirmos combater as consequências mais graves pela falta de diagnóstico.

RT: Dr. Ivan Corso Teixeira – CRM/SP 135997 – RQE 43583

Mulher vista de costas, entra no mar entre ondas azuis, em imagem que remete aos cuidados com os olhos no mar e piscina.
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22.07.2026 .::. 3 min de leitura

Água do mar e piscina curta sem riscos!

A época mais esperada do ano para quem gosta de calor, praia e piscina exige alguns cuidados. O período fica marcado pelos olhos vermelhos e irritados devido contato com a água do mar ou da piscina. Felizmente, temos algumas dicas que lhe ajudarão a evitar problemas.

  • Banho de mar e Piscinas

Após o banho de mar ou piscina o olho costuma ficar irritado. Para isso recomendamos que você peça para seu oftalmologista um colírio lubrificante para ser utilizado assim que você sair da água. Outra recomendação é não coçar os olhos, evitando, assim, o risco de lesões por agentes que estejam na superfície ocular.

  • Lentes de contato

Para usuários de lentes de contato, é recomendada a opção pelos modelos de descarte diário, com proteção UV, que oferecem menos riscos de contaminações.

Não abra os olhos dentro d’água

Abrir os olhos dentro da piscina acaba facilitando a irritação e o contágio de doenças infecciosas. Na água das piscinas é muito comum ter grandes quantidades de cloro, resíduos de terra, areia e urina que podem irritar os olhos, somado ao fato que vírus e bactérias são transmitidos facilmente através da água.

Apenas com óculos de natação está liberado ok?

Evite entrar na água quando estiver com irritação nos olhos

Um dos principais motivos para o contágio da conjuntivite na água é a utilização de alguém infectado. Porém, é o próprio doente que corre mais riscos, uma vez que o quadro pode apresentar piora dos sintomas e a doença progredir.

Sendo assim, o melhor é realizar o tratamento indicado pelo seu médico e somente voltar às atividades normais após estar curado.

  • Água limpa sempre à mão

Tenha uma garrafa com água doce por perto, principalmente na praia, para lavar os olhos depois do banho de mar. A água também serve para lavar os olhos em caso de contato com areia, que pode causar irritação e/ou alergia.

  • Evite contato direto dos olhos com a água do mar e da piscina

Tanto a água do mar quanto a da piscina podem estar contaminadas com bactérias causadoras de irritação e infecção ocular. Por isso, para garantir a alegria seu verão todo é importante tomar mais esses cuidados:

– Evite ficar com os olhos abertos debaixo d’água, seja no mar, seja na piscina;

– Se houver qualquer indicação de que a praia esteja imprópria para banho, não entre no mar;

– Se quiser abrir os olhos debaixo d’água, utilize óculos apropriados para a prática de esportes aquáticos;

– Espere no mínimo duas horas antes de entrar em uma piscina higienizada com cloro.

Caso sinta algum incomodo ou tenha uma emergência oftalmológica dirija-se para um de nossos hospitais.

Nos prontos-socorros das unidades H.Olhos ABC e H.Olhos Paulista são avaliadas e tratadas desde simples irritações oculares até acidentes graves, que necessitam de exames e até cirurgias de alta complexidade. Confira os horários das unidades:

Pronto- socorro H.Olhos Paulista – 24 horas

Pronto- socorro H.Olhos ABC – Segunda à sexta das 07:00 às 22:00.  Sábados, domingos e feriados das 07:00 às 19:00.

Fora destes horários, os atendimentos de urgência deverão se direcionar ao H.Olhos Paulista.