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Publicação: 22.07.2026 .::. Atualização: 23.07.2026 3 min. de leitura

Conheça o Valeda: uma nova possibilidade de tratamento para DMRI

Equipamento oftalmológico branco em consultório, com as inscrições "Alcon" e "Valeda PBM", utilizado em tratamento para DMRI.

Esse é o nome do aparelho responsável por essa novidade. Apesar do nome complicado, você pode chamar só de Valeda.

Usando técnicas de fotobiomodulação (FBM), o aparelho aplica ondas de luz em locais afetados pelas células doentes.

Como o aparelho funciona?

O processo de envelhecimento das células oculares tem um papel fundamental na progressão da Degeneração Macular Relacionada à Idade.

Essa tecnologia de fotobiomodulação (FBM) recupera as células mortas por meio de estímulos de produção de energia, fazendo com que assim, elas possam voltar a funcionar e desempenhar sua função para uma boa saúde ocular.

Como o tratamento é feito?

O Valeda é um tratamento realizado no próprio consultório, que pode ser realizado em um ou em ambos os olhos, conforme for necessário.

São realizadas, geralmente, 9 aplicações totais por olho com intervalos de 2 dias.

Porém, é essencial ressaltar que a quantidade de aplicações será indicada pelo oftalmologista, depois de analisar os resultados dos exames necessários.

Um procedimento rápido que dura, em média, 5 minutos por aplicação e o paciente pode ser liberado para suas atividades normais logo após a consulta.

Quem pode optar pelo Valeda?

A indicação de uso deve ser confirmada depois da realização dos exames necessários e a avaliação do especialista, mas a boa notícia é que todo paciente diagnosticado com degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é um candidato ao tratamento.

É possível realizar o tratamento no CEOSP, uma unidade H.Olhos que está localizada na Zona Sul de São Paulo.

Você enxerga pontinhos pretos flutuando? Entenda o que é!

Não é novidade que nossos olhos possuem uma estrutura interna complexa, mas uma parte dela que você talvez não conheça é o vítreo.

Vítreo é um fluido que fica em contato direto com a retina fornecendo sustentação, e ajuda a manter o formato dos olhos.

Esse fluido também é uma das principais causas das moscas volantes, esses famosos pontinhos pretos flutuantes.

Qual a relação entre eles?

Quando o vítreo se separa da retina, esse líquido gelatinoso é liberado com pequenas partículas, que são as moscas volantes.

Essa separação pode ter diversas causas, como: traumas oculares, complicações pós-cirúrgicas e até mesmo a idade avançada.

É perigoso? Devo me preocupar?

As moscas volantes podem sinalizar problemas mais graves como descolamento de retina, ou até mesmo por situações do dia a dia como uma sujeirinha que entrou nos olhos.

O indicado é prestar atenção na quantidade e se persistem por tempo prolongado.

Existe tratamento?

Sim! Mas claro, o tratamento ideal dependerá da causa principal.

Se as mosquinhas começaram a aparecer e não foram embora, procure um oftalmologista imediatamente.

RT: Dr. Ivan Corso Teixeira – CRM/SP 135997 – RQE 43583

Publicado por Editorial

Conteúdos em foco

Close-up lateral de um olho com íris azul-clara e cílios em destaque, ilustrando coisas que você precisa saber sobre o ceratocone.
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22.07.2026 .::. 2 min de leitura

5 coisas que você precisa saber sobre o ceratocone

Se a sua visão está embaçada mesmo com os óculos que você fez há pouco tempo, não adianta coçar os olhos pra tentar enxergar melhor… até porque, pode ser ceratocone.

O ceratocone é uma doença que atinge a córnea e tem efeito progressivo.

A doença age remodelando e afinando a córnea, tirando seu formato arredondado e formando uma curvatura parecida com a de um cone.

Conhecer mais sobre o ceratocone é fundamental para identificar os possíveis sinais e, também, combater a doença com informação e prevenção.

Dá uma olhadinha nessas 5 informações que separamos pra você:

1. Ceratocone acontece na pré-adolescência

O ceratocone em casos muito raros acontece depois da adolescência. Ainda assim, é essencial o acompanhamento médico.

2. Coçar os olhos pode ajudar na progressão da doença

Se seus olhos estiverem coçando, evite a tentação. A coceira pode forçar a córnea, fazendo com que o ceratocone alcance estágios mais avançados, mais rápido.

3. Ceratocone tem tratamento

Existem diversas opções de tratamento, porém, sempre deverá ser analisado individualmente. Podem ser óculos, lentes de contato específicas para ceratocone, implante de anéis intracorneanos ou até mesmo a cirurgia crosslinking.

Converse com seu oftalmologista sobre a melhor opção para o seu caso!

4. Ceratocone não causa cegueira total

A progressão do ceratocone faz com que os níveis de miopia e astigmatismo sejam elevados mais rapidamente, ou seja, tem grande impacto na qualidade da sua visão. Porém, a doença não é capaz de deixar o paciente com cegueira total

Considere: cegueira total é definida pela perda completa da visão, sem percepção visual de forma e de luz.

5. A doença pode ser hereditária

Não se engane, qualquer pessoa pode ter ceratocone. Porém, fatores genéticos podem ser um ponto de atenção, visto que pacientes com histórico familiar da doença têm maior propensão a doença.

Agora que você conhece mais sobre o ceratocone, que tal espalhar essa informação?

Quanto mais pessoas souberem sobre a doença, maiores as chances de conseguirmos combater as consequências mais graves pela falta de diagnóstico.

RT: Dr. Ivan Corso Teixeira – CRM/SP 135997 – RQE 43583

Mulher branca, loira, com expressão de dor e um dos olhos fechados, leva a mão ao rosto como se estivesse sentindo irritação ocular, em imagem que representa infecções nos olhos. No canto inferior direito, aparece o logotipo "H.Olhos".
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22.07.2026 .::. 5 min de leitura

Alergias e infecções nos olhos: 8 dicas para evitar o problema

Especialista do H.Olhos – Hospital de Olhos orienta sobre cuidados básicos que fazem a diferença para manter a saúde dos olhos

Os olhos são responsáveis por traduzir para o cérebro cerca de 80% das informações que recebemos, transformando a luz emitida pelos objetos em uma imagem nítida na retina. Por isso é importante o acompanhamento oftalmológico para evitar alergias e infecções nos olhos.

A Dra. Luciana Olivalves, especialista em córnea e doenças oculares externas do H.Olhos – Hospital de Olhos, elenca oito dicas, que fazem a diferença no zelo com os olhos, evitando alergias e infecções. Confira!

1. Mantenha os cílios e pálpebras limpas

Poucas pessoas se atentam à higienização dos cílios e das pálpebras. É preciso limpá-los com soluções específicas ou com xampu neutro diluído em água morna.

Sem essa higienização, a oleosidade em excesso, produzida pelas glândulas da borda palpebral, acumulará gordura, levando à obstrução das glândulas (hordéolo/terçol), evaporação da lágrima (olho seco evaporativo) e aumento do número de bactérias.

2 Tome cuidado com maquiagem

A maquiagem é feita para embelezar, porém, sem removê-la com produtos adequados, pode obstruir as glândulas da margem palpebral.

Além disso, pode gerar inflamação local, irritação da conjuntiva e da córnea, ou seja, aumentando o risco de alergias e infecções nos olhos e nas áreas próximas.

3. Lave bem as mãos

As mãos são portas para bactérias, vírus e outras substâncias que podem causar irritaçōes, alergias e quadros infecciosos.

Lavar as mãos com frequência e evitar colocá-las nos olhos são medidas importantes para prevenir doenças.

4. Não utilize colírio sem indicação médica

A automedicação é um erro que em muitos casos pode levar a complicações severas. O uso indiscriminado de colírios provoca problemas, como:

  • conjuntivite química;
  • ceratite medicamentosa;
  • aumento da pressão intraocular;
  • catarata;
  • olho vermelho crônico por efeito rebote (causado por colírios contendo vasoconstritores).

Os lubrificantes oculares ou lágrimas artificiais podem ser usados no dia a dia, preferencialmente, os sem conservantes.

5. Não compartilhe objetos pessoais

Ao compartilhar objetos pessoais, doenças como conjuntivites virais e bacterianas podem ser transmitidas.

Não se deve usar objetos de outras pessoas, como toalha de rosto, maquiagem e até mesmo colírios, pois favorecem o contágio.

6. Evite água boricada e soro fisiológico

A água boricada não deve ser usada nos olhos, pois contém ácido bórico em sua composição, o que pode causar alergias e ser um agravante  da inflamação.

O soro fisiológico, apesar de se parecer mais com a lágrima, contém sal (sódio), podendo ser uma fator irritativo aos olhos já inflamados.

O ideal é usar água mineral ou filtrada, além dos colírios lubrificantes.

7. Atenção às lentes de contato

Usuários de lentes de contato devem redobrar o cuidado, pois, em caso de descuido,  podem ser infectados pelo protozoário Acanthamoeba, encontrado na água da torneira, no soro fisiológico e no estojo das lentes, quando não armazenadas  e cuidadas adequadamente.

Esse protozoário pode gerar ceratite, que, normalmente, demanda tratamento de no mínimo seis meses, além de reduzir significativamente a visão do paciente.

Além de lavar bem as mãos, higienizar e guardar corretamente as lentes em soluções adequadas, é preciso trocá-las no tempo correto. Por isso, siga sempre as orientações do seu oftalmologista e do fabricante. O uso prolongado e o costume de dormir com as lentes elevam os riscos de infecção e de intolerância em longo prazo.

Para diminuir os riscos, há produtos específicos para higiene das lentes, que eliminam bactérias, fungos e protozoários.

8. Óculos são de uso individual

Os óculos devem se encaixar anatomicamente ao rosto e aos olhos, funcionando como proteção a qualquer exposição.

Para quem gosta de nadar, por exemplo, os óculos devem ter uma vedação adequada, impedindo o contato dos olhos com a água, mas sem gerar pressão no globo ocular.

Os óculos escuros, por outro lado, são um aliado contra o sol. O acessório deve filtrar entre 99% e 100% de toda a radiação UV (abaixo dos 400 nm), filtrar a radiação azul (entre 400 e 500 nm) e cobrir a região ao redor dos olhos.

Além disso, os óculos escuros auxiliam no combate ao envelhecimento da pele das pálpebras. Entretanto, é importante ressaltar que produtos de procedência duvidosa, sem garantia e nota fiscal, não devem ser utilizados.

É fácil evitar alergias e infecções nos olhos?

A resposta é sim! Ao menos de acordo com a especialista da H.Olhos, Dra. Luciana Olivalves.

“Essas são dicas simples, mas eficientes para prevenir as alergias e infecções nos olhos. Contudo, uma visita anual ao oftalmologista é imprescindível, sejam crianças, adultos ou idosos.”, finaliza a profissional.